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“Se alguém vem a vós sem ser portador desta doutrina, não o recebais emvossa casa, nem o saudeis.”

(II João 1:10)

Examinai

É razoável que ninguém impeça o próximo de falar o que melhor lhe pareça; é justo, porém, que o ouvinte apenas retenha o que reconheça útil e melhor. Em todos os setores da atividade terrestre e no curso de todas as tarefas diárias, aproximam-se irmãos que vêm ter convosco, trazendo as suas mensagens pessoais.

Esse é portador de convite à insubmissão, aquele outro é um vaso de queixas enfermiças.

Indispensável é que a casa terrestre não se abra aos fantasmas.

Batem à porta?

A prudência aconselha vigilância.

O coração é um recinto sagrado, onde não se deve amontoar resíduos inúteis.

É imprescindível examinar as solicitações que avançam.

Se o mensageiro não traz as características de Jesus, convém negar-lhe guarida, de caráter absoluto, na casa íntima, proporcionando-lhe, porém, algo das preciosas bênçãos que conseguimos recolher, em nosso benefício, no setor das utilidades essenciais.

Inúmeros curiosos que se aproximam dos discípulos sinceros nada possuem, além da presunção de bons faladores. São, quase sempre, grandes necessitados sob a veste falaciosa da teoria. Sem feri-los, nem escandalizá-los, é justo que o devotado aprendiz de Jesus lhes prodigalize algum motivo de reflexão séria. Desse modo, os que julgam conduzir um estandarte de suposta redenção passam a conduzir consigo a mensagem do bem, verdadeiramente salvadora.

O problema não é o de nos informarmos se alguém está falando em nome do Senhor; antes de tudo, importa saber se o portador possui algo do Cristo para dar.

(Vinha de luz. Ed. FEB. Cap. 83)

 

***

Comentário de Haroldo Dutra Dias: 

Nesta breve epístola de João, destacam-se os temas da Verdade e do Amor, efetivamente incorporados na conduta do discípulo sincero, razão pela qual justifica-se a advertência quanto a manter-se vigilante em relação aos portadores de ilusões e ensinos contrários ao Evangelho.

Nesse sentido, “receber em casa” e “saudar”; constituem expressões idiomáticas da época que significam pleno acolhimento por parte do anfitrião.

Extraindo o espírito da letra, a fim de que a lição possa ser aplicada ao nosso contexto, nos adverte Emmanuel de que em todos os setores da atividade terrestre, no curso de todas as atividades diárias, aproximam-se irmãos buscando hospedagem em nosso íntimo, portadores de mensagens pessoais, nem sempre condizentes com o ensino e exemplificação do Cristo.

O coração é recinto sagrado, onde não se deve amontoar resíduos inúteis

Dar guarida em nosso íntimo, em nosso santuário interior, requer o exercício do verbo "examinar". É imprescindível examinar as solicitações que nos chegam.

Naturalmente, sempre poderemos ceder, ao que batem á nossa porta, algo das preciosas bênçãos que já conseguimos recolher, mas sem perder de vista que as credenciais do Mestre sempre se expressam na conduta e na vida dos seus verdadeiros mensageiros.

Ficha técnica

Produção: SER

Direção: Julio Coradi

Projeto: 7 Minutos com Emmanuel – cap 078

Gravação e Comentário: Haroldo D. Dias

Música:

Autoria: João Cabete

Interprete: João Paulo Lanini

Edição: Rodrigo Binhara

Design: Rodolfo Mello

Foto: Thiago Monteiro

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“Acautelai-vos, para não perderdes o fruto de nossos trabalhos, mas, ao contrário, receber pela recompensa”

(II João 1:8)

Aflição

Cada criatura retorna à Terra com a aflição que lhe diz respeito às lides regeneradoras.

Aflição que nos expressa o passado renascente ou nos define o débito atuante na Contabilidade divina.

Aqui, é a enfermidade, que o tempo trará inevitável, quando precisa, ao campo de nossos impulsos inferiores.

Ali, é a condição social, repleta de espinhos, em que se nos reajustarão as diretrizes e os pensamentos.

Acolá, é o templo doméstico, transformado em cadinho de angustiosos padecimentos, caldeando-nos emoções e ideias, para que a simplicidade nos retome a existência.

Além, é a tarefa representativa em que o estandarte do bem comum exige de nós os mais largos testemunhos de compreensão e renúncia, reclamando-nos integral ajustamento à felicidade dos outros, antes de cogitar de nossa

própria felicidade.

Em toda parte, encontra a criatura a aflição quando vista por ensinamento bendito, propondo-lhe as mais belas conquistas espirituais para a Esfera superior.

Entretanto, se o caminho terreno é a nossa prova salvadora, somos em nós o grande problema da vida, uma vez que estamos sempre interessados na deserção do trabalho difícil que nos conferirá o tesouro da experiência.

Trânsfugas do dever, nas menores modalidades, achamo-nos sempre à caça de consolação e reconforto, disputando escusas e moratórias, com o que apenas adiamos indefinidamente a execução dos serviços indispensáveis à restauração de nós mesmos.

Saibamos valorizar a nossa oportunidade de crescimento para o Mundo maior, abraçando na aflição construtiva da jornada o medicamento capaz de operar-nos a própria cura ou o recurso suscetível de arrojar-nos os mais altos níveis de evolução.

Não bastará sofrer.

É preciso aproveitar o concurso da dor, convertendo-a em roteiro de luz.

Colocados, desse modo, entre as provações que nos assinalam a senda de cada dia, usemos constantemente a chave do sacrifício próprio, em favor da paz e da alegria dos que nos cercam, porque somente diminuindo as provações alheias é que conseguiremos converter as nossas em talentos de amor para as bem-aventuranças imperecíveis.

(Ceifa de luz. Ed. FEB. Cap. 31)

***

Comentário de Haroldo Dutra Dias: 

Retomando o tema da perseverança e do zelo próprio, presente na carta do apóstolo João, Emmanuel examina as aflições presentes em nosso caminho sob novo prisma.

Vendo nela o ensinamento bendito com vistas à aquisição das mais belas conquistas espirituais para a Esfera superior, ressalta que o tesouro da experiência somente é conferido aos que não desertaram do trabalho difícil.

Abraçar a aflição construtiva, permitindo que ela opera em nós a almejada cura ou aperfeiçoamento, exige que se aproveite o concurso da dor, convertendo-a em roteiro de luz.

Ciente da nossa falta de perseverança, nos adverte o benfeitor dos riscos da fuga ao dever, e da inconveniência de se disputar escusas e moratórias, à caça de consolação e conforto, adiando indefinidamente a execução dos serviços indispensáveis à nossa própria restauração.

Diminuir as provações alheias, à custa do sacrifício próprio, é o caminho para convertermos nossas aflições em talentos de amor.

Ficha técnica

Produção: SER

Direção: Julio Coradi

Projeto: 7 Minutos com Emmanuel – cap 077

Gravação e Comentário: Haroldo D. Dias

Música: Fim dos Tempos

Autoria: João Cabete

Interprete: João Paulo Lanini

Edição: Rodrigo Binhara

Design: Rodolfo Mello

Foto:  Rodolfo Mello 

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“Acautelai-vos, para não perderdes o fruto de nossos trabalhos, mas, ao contrário, receber pela recompensa”

(II João 1:8)

Zelo próprio

A natureza física, não obstante a deficiência de suas expressões em face da grandeza espiritual da vida, fornece vasto repositório de lições alusivas ao zelo próprio.

A fim de que o Espírito receba o sagrado ensejo de aprender na Terra, receberá um corpo equivalente a verdadeiro santuário. Os órgãos e os sentidos são as suas potências; mas semelhante tabernáculo não se ergueria sem as dedicações maternas e, quando a criatura toma conta de si, gastará grande percentagem de tempo na limpeza, conservação e defesa do templo de carne em que se manifesta. Precisará cuidar da epiderme, da boca, dos olhos, das mãos, dos ouvidos.

Que acontecerá se algum departamento do corpo for esquecido?

Excrescências e sujidades trarão veneno à vida.

Se o quadro fisiológico, passageiro e mortal, exige tudo isso, que não requer de nossa dedicação o Espírito com os seus valores eternos?

Se já recebeste alguma luz, desvela-te em não perdê-la.

Intensifica-a em ti.

Lava os teus pensamentos em esforço diário, nas fontes do Cristo; corrige os teus sentimentos, renova as aspirações, colocando-as na direção de mais Alto.

Não te cristalizes.

Movimenta-te no trabalho do zelo próprio, pois há “micróbios intangíveis” que podem atacar a alma e paralisá-la durante séculos.

(Caminho, verdade e vida. Ed. FEB. Cap. 120)

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Comentário de Haroldo Dutra Dias: 

O que não requer de nossa dedicação o Espírito com seus valores eternos? Com essa indagação, Emmanuel nos desperta para a necessidade do zelo próprio.

Ninguém pode assistir a outrem, com eficiência, se não procurou a edificação de si mesmo, mas para aqueles que já receberam alguma luz, é preciso desvelo e vigilância para não perdê-la, nos recorda o benfeitor.

Purificar os pensamentos, corrigir os sentimentos, renovar as aspirações, evitar a cristalização, intensificar a própria luz, colocar-se em direção ao mais alto, constituem as medidas de higiene e zelo exigidas pela evolução para conservação e ampliação de nosso patrimônio espiritual.

Se o corpo físico, passageiro e mortal, exige tamanha dedicação para sua conservação, podemos imaginar as demandas de nosso espírito imortal.

Cautela e zelo, dedicação e perseverança constituem o roteiro daqueles que pretendem não somente participar da oportunidade bendita da sementeira, mas principalmente da dádiva da colheita.

 

Ficha técnica

Produção: SER

Direção: Julio Coradi

Projeto: 7 Minutos com Emmanuel – cap 076

Gravação e Comentário: Haroldo D. Dias

Música: Esta Canção

Interprete: João Cabete

Edição: Rodrigo Binhara

Design: Rodolfo Mello

Foto: Eleonora

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“Nisto consiste o amor: em viver conforme seus mandamentos. E o primeiro mandamento, como aprendestes desde o início, é o que vivais no amor”

(II João 1:6)

Caridade essencial

Em todos os lugares e situações da vida, a caridade será sempre a fonte divina das bênçãos do Senhor.

Quem dá o pão ao faminto e água ao sedento, remédio ao enfermo e luz ao ignorante, está colaborando na edificação do Reino divino, em qualquer setor da existência ou da fé religiosa a que foi chamado.

A voz compassiva e fraternal que ilumina o espírito é irmã das mãos que alimentam o corpo.

Assistência, medicação e ensinamento constituem modalidades santas da caridade generosa que executa os programas do bem. São vestiduras diferentes de uma virtude única. Conjugam-se e completam-se num todo nobre e digno.

Ninguém pode assistir a outrem, com eficiência, se não procurou a edificação de si mesmo; ninguém medicará, com proveito, se não adquiriu o espírito de boa vontade para com os que necessitam, e ninguém ensinará, com segurança, se não possui a seu favor os atos de amor ao próximo, no que se refira à compreensão e ao auxílio fraternais.

Em razão disso, as menores manifestações de caridade, nascidas da sincera disposição de servir com Jesus, são atividades sagradas e indiscutíveis. Em todos os lugares, serão sempre sublimes luzes da fraternidade, disseminando alegria, esperança, gratidão, conforto e intercessões benditas.

Antes, porém, da caridade que se manifesta exteriormente nos variados setores da vida, pratiquemos a caridade essencial, sem o que não poderemos efetuar a edificação e a redenção de nós mesmos. Trata-se da caridade de pensarmos, falarmos e agirmos, segundo os ensinamentos do divino Mestre, no Evangelho. É a caridade de vivermos verdadeiramente nele para que Ele viva em nós. Sem esta, poderemos levar a efeito grandes serviços externos, alcançar intercessões valiosas, em nosso benefício, espalhar notáveis obras de pedra, mas, dentro de nós mesmos, nos instantes de supremo testemunho na fé, estaremos vazios e desolados, na condição de mendigos de luz.

(Vinha de luz. Ed. FEB. Cap. 110)

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Comentário de Haroldo Dutra Dias: 

A edificação do Reino de Deus na terra pede a execução dos programas do bem, mas possui seu alicerce na caridade generosa, que é sempre a fonte divina das bênçãos do Senhor, na sublime síntese do benfeitor.

Virtude única e soberana que possui diversas vestes, ora se expressando como pão ao faminto, ora como água ao sedento, noutras circunstâncias remédio ao doente e luz ao ignorante.

Nessa curta epístola, o apóstolo João ressalta que o amor, genuíno, consiste em viver conforme seus mandamentos, viver no amor.

Emmanuel, retomando o tema central da carta, ressalta a necessidade de edificação e redenção de nós mesmos, pela prática da caridade essencial, que consiste em pensar, falar e agir segundo os ensinamentos do Mestre, no Evangelho.

A caridade sempre se manifesta exteriormente nas mais variadas circunstâncias e nos mais variados setores da vida, concretizando as sublimes luzes da fraternidade, em forma de alegria, esperança, gratidão, conforto e intercessão.

Todavia, se não quisermos permanecer vazios e desolados, mendigos de luz, urge praticar a caridade essencial, que consiste em vivermos verdadeiramente no Cristo, para que ele viva em nós.

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Ficha técnica

Produção: SER

Direção: Julio Coradi

Projeto: 7 Minutos com Emmanuel – cap 075

Gravação e Comentário: Haroldo D. Dias

Música: Além da Noite

Interprete: João Cabete

Edição: Rodrigo Binhara

Design: Rodolfo Mello

Foto: Juju Panty

 

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“Mas se caminhamos na luz como ele está na luz, estamos em comunhão uns com os outros […].

(I João 1:7)

Se andarmos na luz

Tanta vez, dissensões e incompreensões nos separam… Resoluções da vida particular, incompatibilidades, interpretações discordantes, ressentimentos.

E, com isso, consideráveis perdas de tempo e trabalho nos arruínam as tarefas e perturbam a vida.

Retiramo-nos do campo de serviço, prejulgamos erroneamente pessoas e fatos, complicamos os problemas que nos dizem respeito e desertamos da obra a realizar…

Contudo, não nos sobrevirão semelhantes desastres, se andarmos na luz, porque, na claridade irradiante do Mestre, compreenderemos que todos partilhamos as mesmas esperanças e as mesmas necessidades.

Se nos movimentarmos ao Sol do Evangelho, saberemos identificar o infortúnio, onde cremos encontrar simplesmente rebeldia e desespero, e a chaga da ignorância, onde supomos existir apenas maldade e crime…

Perceberemos que o erro de muitos se deve à circunstância de não haverem colhido as oportunidades que nos felicitam a existência, e reconheceremos que, situados nas provas que motivaram a dor de nossos irmãos caídos em delinquência, talvez não tivéssemos escapado à dominação da sombra.

É que a luz do Senhor nos fará sentir o entendimento real…

Não bastará, no entanto, que ela fulgure tão-somente em nossa razão e pontos de vista. É necessário andarmos nela, assimilando-lhe os sagrados

princípios, para que assinalemos em nós a presença da verdadeira caridade, a alavanca divina que, por agora, é a única força capaz de sustentar-nos em abençoada comunhão uns com os outros.

(Reformador, set. 1958, p. 194)

 

***

Comentário de Haroldo Dutra Dias: 

Padece a obra do Cristo mais pelas dissensões e atritos entre os seus servidores que pelas circunstâncias aparentemente desfavoráveis do caminho.

Sem a compreensão de que todos partilhamos as mesmas esperanças e as mesmas necessidades, há sempre considerável perda de tempo e trabalho, arruinando tarefas e perturbando a vida, na síntese preciosa do Benfeitor.

Somente a verdadeira caridade, sentida e vivida, no imo da alma, e não somente nos raciocínios, será capaz de descortinar o entendimento real das pessoas e acontecimentos.

Por esta razão, assevera Emmanuel ser a caridade, por agora, a única força capaz de sustentar-nos em abençoada comunhão uns com os outros.

É que, munidos das suas lentes luminosas, encontramos infortúnio, chagas da ignorância, inexperiência e fraqueza, onde víamos apenas rebeldia e desespero, maldade e crime.

É necessário andarmos na caridade, assimilando-lhe os sagrados princípios, se quisermos manter o clima de comunhão uns com os outros, sem os fantasmas das dissensões, separações e ressentimentos.

 

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Ficha técnica

Produção: SER

Direção: Julio Coradi

Projeto: 7 Minutos com Emmanuel – cap 074

Gravação e Comentário: Haroldo D. Dias

Música: Meu amigo agradece

Interprete: João Cabete

Edição: Rodrigo Binhara

Design: Rodolfo Mello

Foto: Carmem Maria Ribeiro

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“Pois que a profecia jamais veio por vontade humana, mas os homens impelidos pelo Espírito Santo falaram da parte de Deus.”

(II Pedro 1:21)

Intuição

Todos os homens participam dos poderes da intuição, no divino tabernáculo da consciência, e todos podem desenvolver suas possibilidades nesse sentido, no domínio da elevação espiritual.

Não são fundamentalmente necessárias as grandes manifestações fenomênicas da mediunidade para que se estabeleçam movimentos de intercâmbio entre os planos visível e invisível.

Todas as noções que dignificam a vida humana vieram da esfera superior. E essas ideias nobilitantes não se produziram por vontade de homem algum, porque os raciocínios propriamente terrestres sempre se inclinam para a materialidade em seu arraigado egoísmo.

A revelação divina, significando o que a Humanidade possui de melhor, é cooperação da espiritualidade sublime, trazida às criaturas pelos colaboradores de Jesus, por meio da exemplificação, dos atos e das palavras dos homens retos que, a golpes de esforço próprio, quebram o círculo de vulgaridades que os rodeia, tornando-se instrumentos de renovação necessária.

A faculdade intuitiva é instituição universal. Por meio de seus recursos, recebe o homem terrestre as vibrações da vida mais alta, em contribuições religiosas, filosóficas, artísticas e científicas, ampliando conquistas sentimentais e culturais, colaboração essa que se verifica sempre, não pela vontade da criatura, mas pela concessão de Deus.

(Caminho, verdade e vida. Ed. FEB. Cap. 156)

 

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Comentário de Haroldo Dutra Dias: 

Todos os homens participam dos poderes da intuição, no divino tabernáculo da consciência. A faculdade intuitiva é instituição universal.

Com esses sublimes conceitos, o sábio benfeitor sugere mais vastas concepções no terreno da revelação espiritual.

Retomando novamente o tema do tabernáculo, local onde Deus se manifestava ao povo hebreu no deserto, segundo as tradições bíblicas, esses conceitos nos possibilitam alçar novos voos na compreensão da relação entre Deus e seus filhos.

O Pai amoroso e sábio atende a todas as criaturas, orienta a todas elas, inspira, dirige, renova, consola e esclarece, nos recessos da própria consciência

de cada uma delas.

Através dos recursos universais da intuição, recebe o homem terrestre as vibrações da vida mais alta, sobretudo no que diz respeito ao seu próprio destino.

As manifestações ostensivas da mediunidade, conquanto úteis e necessárias, não são indispensáveis para estabelecer a comunhão entre Deus e seus filhos, através dos emissários do Cristo, que dirige nossa evolução.

Pela intuição, devidamente desenvolvida e ampliada, podemos recolher do mundo maior a cooperação da espiritualidade sublime.

 

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Ficha técnica

Produção: SER

Direção: Julio Coradi

Projeto: 7 Minutos com Emmanuel – cap 073

Gravação e Comentário: Haroldo D. Dias

Música:  Castelos de paz 

Interprete: João Cabete 

Edição: Rodrigo Binhara

Design: Rodolfo Mello

Foto: Thiago Monteiro

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