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“Mas se caminhamos na luz como ele está na luz, estamos em comunhão uns com os outros […].

(I João 1:7)

Se andarmos na luz

Tanta vez, dissensões e incompreensões nos separam… Resoluções da vida particular, incompatibilidades, interpretações discordantes, ressentimentos.

E, com isso, consideráveis perdas de tempo e trabalho nos arruínam as tarefas e perturbam a vida.

Retiramo-nos do campo de serviço, prejulgamos erroneamente pessoas e fatos, complicamos os problemas que nos dizem respeito e desertamos da obra a realizar…

Contudo, não nos sobrevirão semelhantes desastres, se andarmos na luz, porque, na claridade irradiante do Mestre, compreenderemos que todos partilhamos as mesmas esperanças e as mesmas necessidades.

Se nos movimentarmos ao Sol do Evangelho, saberemos identificar o infortúnio, onde cremos encontrar simplesmente rebeldia e desespero, e a chaga da ignorância, onde supomos existir apenas maldade e crime…

Perceberemos que o erro de muitos se deve à circunstância de não haverem colhido as oportunidades que nos felicitam a existência, e reconheceremos que, situados nas provas que motivaram a dor de nossos irmãos caídos em delinquência, talvez não tivéssemos escapado à dominação da sombra.

É que a luz do Senhor nos fará sentir o entendimento real…

Não bastará, no entanto, que ela fulgure tão-somente em nossa razão e pontos de vista. É necessário andarmos nela, assimilando-lhe os sagrados

princípios, para que assinalemos em nós a presença da verdadeira caridade, a alavanca divina que, por agora, é a única força capaz de sustentar-nos em abençoada comunhão uns com os outros.

(Reformador, set. 1958, p. 194)

 

***

Comentário de Haroldo Dutra Dias: 

Padece a obra do Cristo mais pelas dissensões e atritos entre os seus servidores que pelas circunstâncias aparentemente desfavoráveis do caminho.

Sem a compreensão de que todos partilhamos as mesmas esperanças e as mesmas necessidades, há sempre considerável perda de tempo e trabalho, arruinando tarefas e perturbando a vida, na síntese preciosa do Benfeitor.

Somente a verdadeira caridade, sentida e vivida, no imo da alma, e não somente nos raciocínios, será capaz de descortinar o entendimento real das pessoas e acontecimentos.

Por esta razão, assevera Emmanuel ser a caridade, por agora, a única força capaz de sustentar-nos em abençoada comunhão uns com os outros.

É que, munidos das suas lentes luminosas, encontramos infortúnio, chagas da ignorância, inexperiência e fraqueza, onde víamos apenas rebeldia e desespero, maldade e crime.

É necessário andarmos na caridade, assimilando-lhe os sagrados princípios, se quisermos manter o clima de comunhão uns com os outros, sem os fantasmas das dissensões, separações e ressentimentos.

 

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Ficha técnica

Produção: SER

Direção: Julio Coradi

Projeto: 7 Minutos com Emmanuel – cap 074

Gravação e Comentário: Haroldo D. Dias

Música: Meu amigo agradece

Interprete: João Cabete

Edição: Rodrigo Binhara

Design: Rodolfo Mello

Foto: Carmem Maria Ribeiro

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“Pois que a profecia jamais veio por vontade humana, mas os homens impelidos pelo Espírito Santo falaram da parte de Deus.”

(II Pedro 1:21)

Intuição

Todos os homens participam dos poderes da intuição, no divino tabernáculo da consciência, e todos podem desenvolver suas possibilidades nesse sentido, no domínio da elevação espiritual.

Não são fundamentalmente necessárias as grandes manifestações fenomênicas da mediunidade para que se estabeleçam movimentos de intercâmbio entre os planos visível e invisível.

Todas as noções que dignificam a vida humana vieram da esfera superior. E essas ideias nobilitantes não se produziram por vontade de homem algum, porque os raciocínios propriamente terrestres sempre se inclinam para a materialidade em seu arraigado egoísmo.

A revelação divina, significando o que a Humanidade possui de melhor, é cooperação da espiritualidade sublime, trazida às criaturas pelos colaboradores de Jesus, por meio da exemplificação, dos atos e das palavras dos homens retos que, a golpes de esforço próprio, quebram o círculo de vulgaridades que os rodeia, tornando-se instrumentos de renovação necessária.

A faculdade intuitiva é instituição universal. Por meio de seus recursos, recebe o homem terrestre as vibrações da vida mais alta, em contribuições religiosas, filosóficas, artísticas e científicas, ampliando conquistas sentimentais e culturais, colaboração essa que se verifica sempre, não pela vontade da criatura, mas pela concessão de Deus.

(Caminho, verdade e vida. Ed. FEB. Cap. 156)

 

***

Comentário de Haroldo Dutra Dias: 

Todos os homens participam dos poderes da intuição, no divino tabernáculo da consciência. A faculdade intuitiva é instituição universal.

Com esses sublimes conceitos, o sábio benfeitor sugere mais vastas concepções no terreno da revelação espiritual.

Retomando novamente o tema do tabernáculo, local onde Deus se manifestava ao povo hebreu no deserto, segundo as tradições bíblicas, esses conceitos nos possibilitam alçar novos voos na compreensão da relação entre Deus e seus filhos.

O Pai amoroso e sábio atende a todas as criaturas, orienta a todas elas, inspira, dirige, renova, consola e esclarece, nos recessos da própria consciência

de cada uma delas.

Através dos recursos universais da intuição, recebe o homem terrestre as vibrações da vida mais alta, sobretudo no que diz respeito ao seu próprio destino.

As manifestações ostensivas da mediunidade, conquanto úteis e necessárias, não são indispensáveis para estabelecer a comunhão entre Deus e seus filhos, através dos emissários do Cristo, que dirige nossa evolução.

Pela intuição, devidamente desenvolvida e ampliada, podemos recolher do mundo maior a cooperação da espiritualidade sublime.

 

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Ficha técnica

Produção: SER

Direção: Julio Coradi

Projeto: 7 Minutos com Emmanuel – cap 073

Gravação e Comentário: Haroldo D. Dias

Música:  Castelos de paz 

Interprete: João Cabete 

Edição: Rodrigo Binhara

Design: Rodolfo Mello

Foto: Thiago Monteiro

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“Sabendo que em breve hei de despojar-me dela, como, aliás, nosso Senhor Jesus Cristo me revelou”

(II Pedro 1:14)

Pensaste Nisso?

Se muitas vezes grandes vozes do Cristianismo se referiram a supostos crimes da carne, é necessário mencionar as fraquezas do “eu”, as inferioridades do próprio espírito, sem concentrar falsas acusações ao corpo, como se este representasse o papel de verdugo implacável, separado da alma, que lhe seria, então, prisioneira e vítima.

Reparamos que Pedro denominava o organismo como o seu tabernáculo.

O corpo humano é um conjunto de células aglutinadas ou de fluidos terrestres que se reúnem, sob as leis planetárias, oferecendo ao Espírito a santa oportunidade de aprender, valorizar, reformar e engrandecer a vida.

Frequentemente o homem, qual operário ocioso ou perverso, imputa ao instrumento útil as más qualidades de que se acha acometido. O corpo é concessão da Misericórdia Divina para que a alma se prepare ante o glorioso

Longe da indébita acusação à carne, reflitamos nos milênios despendidos na formação desse tabernáculo sagrado no campo evolutivo.

Já pensaste que és um Espírito imortal, dispondo, na Terra, por algum tempo, de valiosas potências concedidas por Deus às tuas exigências de trabalho?

Tais potências formam-te o corpo.

Que fazes de teus pés, de tuas mãos, de teus olhos, de teu cérebro?

Sabes que esses poderes te foram confiados para honrar o Senhor iluminando a ti mesmo? Medita nestas interrogações e santifica teu corpo, nele encontrando o templo divino.

(Pão nosso. Ed. FEB. Cap. 12)

 

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Comentário de Haroldo Dutra Dias:

Nessa mensagem sutil e profunda, Emmanuel retoma um tema da mais vasta relevância na compreensão dos textos bíblicos: o conceito de tabernáculo.

Muita vez interpretado à conta de altar de pedra, revela-nos o apóstolo Simão Pedro que o corpo é o grande tabernáculo do espírito encarnado, em trânsito para os planos mais elevados da vida.

Milênios de evolução foram necessários para erigir as potências que o enaltecem: pés, mãos, olhos, ouvidos, cérebro. Todos, recursos concedidos pela providência divina para santificação desse templo divino.

Forças neutras que devem ser utilizadas pelo espírito imortal, consoante o seu livro arbítrio, mas que definirão no futuro sua colheita espiritual.

Por esta razão, compreendemos com a Doutrina Espírita que o Evangelho do Cristo é programa de santificação interior, que começa com o justo emprego dessas potências do nosso tabernáculo, e terminam por atingir o coração do semelhante, pelos canais da caridade.

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Ficha técnica

Produção: SER

Direção: Julio Coradi

Projeto: 7 Minutos com Emmanuel – cap 072

Gravação e Comentário: Haroldo D. Dias

Música:  Ao cair da tarde

Interprete: João Cabete 

Edição: Rodrigo Binhara

Design: Rodolfo Mello

Foto: Thiago Monteiro 

 

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Antes, assim é que vos será outorgada generosa entrada no Reino eterno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

II Pedro 1:11

Padrão Espírita 

 

Transformar o coração em fonte de amor, de tal modo que nenhum sentimento contrário lhe alcance os recessos, ainda quando violentamente arremessado pelos piores dardos vibratórios…

 

Converter o cérebro em fulcro de pensamentos nobres, de tal maneira que nenhuma ideia menos feliz se lhe fixe nas criações, mesmo quando sob amais constrangedora indução ao fascínio das trevas.

 

Metamorfosear os olhos em mananciais de compreensão, com tal amplitude que, à frente de quaisquer cenários da vida, somente apreendam as imagens que favoreçam a construção do bem, com olvido de todo mal…

 

Transfigurar os ouvidos em depósitos de bondade, com tal extensão que venham a filtrar exclusivamente, no auxílio aos outros, os conceitos, revelações, apontamentos e comentários capazes de promover a paz e a consolação, a esperança e a bênção no caminho dos semelhantes, com absoluto esquecimento de tudo aquilo que signifique incentivo à crueldade ou ao desânimo, à incompreensão ou à discórdia.

 

Selecionar as palavras que ajudem, consagrar as mãos ao serviço, investir os valores do tempo em ação digna e aproveitar as oportunidades que se nos ofereçam na vida, para melhorar-nos, melhorando a estrada em que se jornadeia – eis, na essência, o padrão espírita que, um dia, através do trabalho e do estudo, do burilamento e da renovação, teremos todos nós de atingir.

 

(Reformador, jan. 1970, p. 2)

Texto publicado em Bênção de paz. Ed. GEEM. Cap. 55.

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Comentário de Haroldo Dutra Dias:

Nas inolvidáveis palavras do Codificador, reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas más inclinações.

Nessa grandiosa página, o benfeitor Emmanuel aponta o futuro da nossa jornada evolutiva quando nos identificaremos totalmente com o guia e modelo da humanidade, o tipo mais perfeito que Deus tem oferecido ao homem – Jesus Cristo.

Coração, cérebro, olhos, ouvidos, palavras e mãos a serviço do semelhante, estendendo o bem e trilhando o caminho do auto-aperfeiçoamento, através do trabalho, do estudo, do burilamento e da renovação.

Não é difícil perceber que o padrão espírita, na essência, é o padrão do Cristão, esboçado no seguinte roteiro:

Transformar o coração em fonte de Amor.

Converter o cérebro em fulcro de pensamentos nobres.

Metamorfosear os olhos em mananciais de compreensão.

Transfigurar os ouvidos em depósitos de bondade.

Selecionar palavras que ajudem.

Consagrar as mãos ao serviço.

 

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Ficha técnica

Produção: SER

Direção: Julio Coradi

Projeto: 7 Minutos com Emmanuel – cap 071

Gravação e Comentário: Haroldo D. Dias

Música:  Fim dos Tempos

Interprete: João Cabete

Edição: Rodrigo Binhara

Design: Rodolfo Mello

Foto: Juju Panty

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“Ao conhecimento o autodomínio, ao autodomínio a perseverança, à perseverança a piedade.”

II Pedro 1:6

Ciência e temperança

 

Quem sabe precisa ser sóbrio.

Não vale saber para destruir.

Muita gente, aos primeiros contatos com a fonte do conhecimento, assume atitudes contraditórias. Impondo ideias, golpeando aqui e acolá, semelhantes expositores do saber nada mais realizam que a perturbação.

É por isso que a ciência, em suas expressões diversas, dá mão forte a conflitos ruinosos ou inúteis em política, filosofia e religião.

Quase todos os desequilíbrios do mundo se originam da intemperança naqueles que aprenderam alguma coisa.

Não esqueçamos. Toda ciência, desde o recanto mais humilde ao mais elevado da Terra, exige ponderação. O homem do serviço de higiene precisa temperança, a fim de que a sua vassoura não constitua objeto de tropeço, tanto quanto o homem de governo necessita sobriedade no lançamento das leis, para não conturbar o espírito da multidão. E não olvidemos que a temperança, para surtir o êxito desejado, não pode eximir-se à paciência, como a paciência, para bem demonstrar-se, não pode fugir à piedade, que é sempre compreensão e concurso fraternal.

Se algo sabes na vida, não te precipites a ensinar como quem tiraniza, menosprezando conquistas alheias. Examina as situações características de cada um e procura, primeiramente, entender o irmão de luta.

Saber não é tudo. É necessário fazer. E para bem fazer homem algum dispensará a calma e a serenidade, imprescindíveis ao êxito, nem desdenhará a cooperação, que é a companheira dileta do amor.

***

Comentário de Haroldo Dutra Dias:

Nessa lição o benfeitor Emmanuel retoma o mesmo versículo da II Carta de Pedro para enfatizar o equilíbrio que deve existir entre o conhecimento e a temperança.

A temperança constitui uma das quatro virtudes cardeais, ao lado da prudência, da fortaleza e da justiça.

A temperança representa o autocontrole, o autodomínio, a renúncia e a moderação. Implica domesticação dos instintos, sublimação das paixões, moderação dos impulsos e apetites, abrindo caminhos para a sobriedade e o desapego. Nesse sentido, ela favorece o cumprimento dos deveres e o amadurecimento espiritual.

Emmanuel salienta que “toda grandeza de inteligência exige moderação e equilíbrio para não desbordar-se em devassidão e loucura”. E acrescenta ” Quase todos os desequilíbrios do mundo se originam da intemperança naqueles que aprenderam alguma coisa”.

Não vale saber para destruir. Quem sabe precisa ser sóbrio.

Quem sabe não deve se precipitar, ensinando como quem tiraniza, violentando consciências e menosprezando conquistas alheias.

Saber não é tudo, é necessário fazer. E ninguém realiza com precipitação já que a natureza e os seres se aperfeiçoam gradativamente, obedecendo a Leis inderrogáveis que abdicam da violência para se servirem do tempo. Sabe o amor esperar.


Livro Vinha de Luz, Cap. 112, intitulado: Ciência e Temperança 

Produção: SER

Direção: Julio Coradi

Projeto: 7 Minutos com Emmanuel – cap 070

Gravação e Comentário: Haroldo D. Dias

Música: Esta Canção – João Cabete

Interprete: João Paulo Lanini – Violão

Edição: Rodrigo Binhara

Design: Rodolfo Mello

Foto: Juju Panty

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“Ao conhecimento o autodomínio, ao autodomínio a perseverança, à perseverança a piedade.”

II Pedro 1:6

Chamamento ao amor 

Aprender sempre, instruir-nos, abrilhantar o pensamento, burilar a palavra, analisar a verdade e procurá-la são atitudes de que, efetivamente, não podemos prescindir, se aspirarmos à obtenção do conhecimento elevado entretanto, milhões de talentosos obreiros da evolução terrestre, nos séculos que se foram, esposaram a cultura intelectual, em sentido único, e fomentaram opressões que culminaram em pavorosas guerras de extermínio.

Incapazes de controlar apetites e paixões, desvairaram-se na corrida ao poder, encharcando a terra com o sangue e o pranto de quantos lhes foram vítimas das ambições desregradas.

Toda grandeza de inteligência exige moderação e equilíbrio para não desbordar-se em devassidão e loucura.

Ainda assim, a temperança e a paciência, por si só, não chegam para enaltecer o lustre do cérebro.

A própria diplomacia, aliás sempre venerável, embora resida nos cimos da suavidade e da tolerância, pelos gestos de sobriedade e cortesia com que se manifesta, em muitos casos não é senão a arte de contemporizar com o rancor existente entre as nações, segurando, calma, o estopim do ódio e da belicosidade para a respectiva explosão, na época que julga oportuna a calamitosas conflagrações.

O apontamento do Evangelho, no entanto, é claro e preciso.

Não vale a ciência sem temperança e toda temperança pede paciência para ser proveitosa, mas para que esse trio de forças se levante no campo da alma, descerrando-lhe o suspirado acesso aos mundos superiores, é necessário que o amor esteja presente, a enobrecer-lhes o impulso, de vez que só o amor dispõe de luz bastante para clarear o presente a santificar o porvir.

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Comentário de Haroldo Dutra Dias:

Aprender sempre, instruir-nos, abrilhantar o pensamento, burilar a palavra, buscar e analisar a verdade constituem deveres de todos que almejam o aperfeiçoamento da inteligência, umas das asas que nos conduzem a Deus.

Todavia, sem o autodomínio que se traduz em moderação e temperança o conhecimento pode ser escravo das ambições desregradas encharcando a terra com o sangue e o pranto.

A temperança, por sua vez, se aperfeiçoa com a paciência – persistência – perseverança, que é a capacidade de reconhecer o espírito de sequência da natureza, aguardando o momento oportuno de agir e silenciar, suportando com firmeza as adversidades.

No entanto, esse trio de forças – conhecimento – temperança – paciência – não se levanta no campo da alma sem a presença do amor, que é sempre compromisso com o bem comum.

Emmanuel faz um convite ao amor a partir da palavra “piedade”, instigando o leitor a meditações mais profundas com respeito ao texto bíblico sob análise.

No sentido teológico, piedade pode ser expressa pelo conceito de “viver como Deus quer que se viva” , “viver como se espera de alguém que acredita em Deus”, ou ” viver fazendo sempre o bem aos outros”.

O Benfeitor, todavia, com admirável poder de síntese, e sem menosprezar a ideias acima expostas, assevera que a piedade é sempre compreensão e concurso fraternal, que no fundo são expressões concretas do amor.


Comentário da Revista Reformador, outubro de 1962, p. 218, e do Livro Palavras de Vida Eterna, Cap. 121, intitulado: Chamamento ao Amor


 

Produção: SER

Direção: Julio Coradi

Projeto: 7 Minutos com Emmanuel – cap 069

Gravação e Comentário: Haroldo D. Dias

Música: Alma das Andorinhas – João Cabete

Interprete: João Paulo Lanini – Violão

Edição: Rodrigo Binhara

Design: Rodolfo Mello

Foto: Herick Dias Barros

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