Áudios - 7 Minutos Archives - PortalSER : PortalSER

“Pois que a profecia jamais veio por vontade humana, mas os homens impelidos pelo Espírito Santo falaram da parte de Deus.”

(II Pedro 1:21)

Intuição

Todos os homens participam dos poderes da intuição, no divino tabernáculo da consciência, e todos podem desenvolver suas possibilidades nesse sentido, no domínio da elevação espiritual.

Não são fundamentalmente necessárias as grandes manifestações fenomênicas da mediunidade para que se estabeleçam movimentos de intercâmbio entre os planos visível e invisível.

Todas as noções que dignificam a vida humana vieram da esfera superior. E essas ideias nobilitantes não se produziram por vontade de homem algum, porque os raciocínios propriamente terrestres sempre se inclinam para a materialidade em seu arraigado egoísmo.

A revelação divina, significando o que a Humanidade possui de melhor, é cooperação da espiritualidade sublime, trazida às criaturas pelos colaboradores de Jesus, por meio da exemplificação, dos atos e das palavras dos homens retos que, a golpes de esforço próprio, quebram o círculo de vulgaridades que os rodeia, tornando-se instrumentos de renovação necessária.

A faculdade intuitiva é instituição universal. Por meio de seus recursos, recebe o homem terrestre as vibrações da vida mais alta, em contribuições religiosas, filosóficas, artísticas e científicas, ampliando conquistas sentimentais e culturais, colaboração essa que se verifica sempre, não pela vontade da criatura, mas pela concessão de Deus.

(Caminho, verdade e vida. Ed. FEB. Cap. 156)

 

***

Comentário de Haroldo Dutra Dias: 

Todos os homens participam dos poderes da intuição, no divino tabernáculo da consciência. A faculdade intuitiva é instituição universal.

Com esses sublimes conceitos, o sábio benfeitor sugere mais vastas concepções no terreno da revelação espiritual.

Retomando novamente o tema do tabernáculo, local onde Deus se manifestava ao povo hebreu no deserto, segundo as tradições bíblicas, esses conceitos nos possibilitam alçar novos voos na compreensão da relação entre Deus e seus filhos.

O Pai amoroso e sábio atende a todas as criaturas, orienta a todas elas, inspira, dirige, renova, consola e esclarece, nos recessos da própria consciência

de cada uma delas.

Através dos recursos universais da intuição, recebe o homem terrestre as vibrações da vida mais alta, sobretudo no que diz respeito ao seu próprio destino.

As manifestações ostensivas da mediunidade, conquanto úteis e necessárias, não são indispensáveis para estabelecer a comunhão entre Deus e seus filhos, através dos emissários do Cristo, que dirige nossa evolução.

Pela intuição, devidamente desenvolvida e ampliada, podemos recolher do mundo maior a cooperação da espiritualidade sublime.

 

_________________________________________________________________________________________________

Ficha técnica

Produção: SER

Direção: Julio Coradi

Projeto: 7 Minutos com Emmanuel – cap 073

Gravação e Comentário: Haroldo D. Dias

Música:  Castelos de paz 

Interprete: João Cabete 

Edição: Rodrigo Binhara

Design: Rodolfo Mello

Foto: Thiago Monteiro

Você também pode se interessar por:

“Sabendo que em breve hei de despojar-me dela, como, aliás, nosso Senhor Jesus Cristo me revelou”

(II Pedro 1:14)

Pensaste Nisso?

Se muitas vezes grandes vozes do Cristianismo se referiram a supostos crimes da carne, é necessário mencionar as fraquezas do “eu”, as inferioridades do próprio espírito, sem concentrar falsas acusações ao corpo, como se este representasse o papel de verdugo implacável, separado da alma, que lhe seria, então, prisioneira e vítima.

Reparamos que Pedro denominava o organismo como o seu tabernáculo.

O corpo humano é um conjunto de células aglutinadas ou de fluidos terrestres que se reúnem, sob as leis planetárias, oferecendo ao Espírito a santa oportunidade de aprender, valorizar, reformar e engrandecer a vida.

Frequentemente o homem, qual operário ocioso ou perverso, imputa ao instrumento útil as más qualidades de que se acha acometido. O corpo é concessão da Misericórdia Divina para que a alma se prepare ante o glorioso

Longe da indébita acusação à carne, reflitamos nos milênios despendidos na formação desse tabernáculo sagrado no campo evolutivo.

Já pensaste que és um Espírito imortal, dispondo, na Terra, por algum tempo, de valiosas potências concedidas por Deus às tuas exigências de trabalho?

Tais potências formam-te o corpo.

Que fazes de teus pés, de tuas mãos, de teus olhos, de teu cérebro?

Sabes que esses poderes te foram confiados para honrar o Senhor iluminando a ti mesmo? Medita nestas interrogações e santifica teu corpo, nele encontrando o templo divino.

(Pão nosso. Ed. FEB. Cap. 12)

 

***

Comentário de Haroldo Dutra Dias:

Nessa mensagem sutil e profunda, Emmanuel retoma um tema da mais vasta relevância na compreensão dos textos bíblicos: o conceito de tabernáculo.

Muita vez interpretado à conta de altar de pedra, revela-nos o apóstolo Simão Pedro que o corpo é o grande tabernáculo do espírito encarnado, em trânsito para os planos mais elevados da vida.

Milênios de evolução foram necessários para erigir as potências que o enaltecem: pés, mãos, olhos, ouvidos, cérebro. Todos, recursos concedidos pela providência divina para santificação desse templo divino.

Forças neutras que devem ser utilizadas pelo espírito imortal, consoante o seu livro arbítrio, mas que definirão no futuro sua colheita espiritual.

Por esta razão, compreendemos com a Doutrina Espírita que o Evangelho do Cristo é programa de santificação interior, que começa com o justo emprego dessas potências do nosso tabernáculo, e terminam por atingir o coração do semelhante, pelos canais da caridade.

_________________________________________________________________________________________________

Ficha técnica

Produção: SER

Direção: Julio Coradi

Projeto: 7 Minutos com Emmanuel – cap 072

Gravação e Comentário: Haroldo D. Dias

Música:  Ao cair da tarde

Interprete: João Cabete 

Edição: Rodrigo Binhara

Design: Rodolfo Mello

Foto: Thiago Monteiro 

 

Você também pode se interessar por:

Antes, assim é que vos será outorgada generosa entrada no Reino eterno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

II Pedro 1:11

Padrão Espírita 

 

Transformar o coração em fonte de amor, de tal modo que nenhum sentimento contrário lhe alcance os recessos, ainda quando violentamente arremessado pelos piores dardos vibratórios…

 

Converter o cérebro em fulcro de pensamentos nobres, de tal maneira que nenhuma ideia menos feliz se lhe fixe nas criações, mesmo quando sob amais constrangedora indução ao fascínio das trevas.

 

Metamorfosear os olhos em mananciais de compreensão, com tal amplitude que, à frente de quaisquer cenários da vida, somente apreendam as imagens que favoreçam a construção do bem, com olvido de todo mal…

 

Transfigurar os ouvidos em depósitos de bondade, com tal extensão que venham a filtrar exclusivamente, no auxílio aos outros, os conceitos, revelações, apontamentos e comentários capazes de promover a paz e a consolação, a esperança e a bênção no caminho dos semelhantes, com absoluto esquecimento de tudo aquilo que signifique incentivo à crueldade ou ao desânimo, à incompreensão ou à discórdia.

 

Selecionar as palavras que ajudem, consagrar as mãos ao serviço, investir os valores do tempo em ação digna e aproveitar as oportunidades que se nos ofereçam na vida, para melhorar-nos, melhorando a estrada em que se jornadeia – eis, na essência, o padrão espírita que, um dia, através do trabalho e do estudo, do burilamento e da renovação, teremos todos nós de atingir.

 

(Reformador, jan. 1970, p. 2)

Texto publicado em Bênção de paz. Ed. GEEM. Cap. 55.

***

Comentário de Haroldo Dutra Dias:

Nas inolvidáveis palavras do Codificador, reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas más inclinações.

Nessa grandiosa página, o benfeitor Emmanuel aponta o futuro da nossa jornada evolutiva quando nos identificaremos totalmente com o guia e modelo da humanidade, o tipo mais perfeito que Deus tem oferecido ao homem – Jesus Cristo.

Coração, cérebro, olhos, ouvidos, palavras e mãos a serviço do semelhante, estendendo o bem e trilhando o caminho do auto-aperfeiçoamento, através do trabalho, do estudo, do burilamento e da renovação.

Não é difícil perceber que o padrão espírita, na essência, é o padrão do Cristão, esboçado no seguinte roteiro:

Transformar o coração em fonte de Amor.

Converter o cérebro em fulcro de pensamentos nobres.

Metamorfosear os olhos em mananciais de compreensão.

Transfigurar os ouvidos em depósitos de bondade.

Selecionar palavras que ajudem.

Consagrar as mãos ao serviço.

 

_________________________________________________________________________________________________

Ficha técnica

Produção: SER

Direção: Julio Coradi

Projeto: 7 Minutos com Emmanuel – cap 071

Gravação e Comentário: Haroldo D. Dias

Música:  Fim dos Tempos

Interprete: João Cabete

Edição: Rodrigo Binhara

Design: Rodolfo Mello

Foto: Juju Panty

Você também pode se interessar por:

“Ao conhecimento o autodomínio, ao autodomínio a perseverança, à perseverança a piedade.”

II Pedro 1:6

Ciência e temperança

 

Quem sabe precisa ser sóbrio.

Não vale saber para destruir.

Muita gente, aos primeiros contatos com a fonte do conhecimento, assume atitudes contraditórias. Impondo ideias, golpeando aqui e acolá, semelhantes expositores do saber nada mais realizam que a perturbação.

É por isso que a ciência, em suas expressões diversas, dá mão forte a conflitos ruinosos ou inúteis em política, filosofia e religião.

Quase todos os desequilíbrios do mundo se originam da intemperança naqueles que aprenderam alguma coisa.

Não esqueçamos. Toda ciência, desde o recanto mais humilde ao mais elevado da Terra, exige ponderação. O homem do serviço de higiene precisa temperança, a fim de que a sua vassoura não constitua objeto de tropeço, tanto quanto o homem de governo necessita sobriedade no lançamento das leis, para não conturbar o espírito da multidão. E não olvidemos que a temperança, para surtir o êxito desejado, não pode eximir-se à paciência, como a paciência, para bem demonstrar-se, não pode fugir à piedade, que é sempre compreensão e concurso fraternal.

Se algo sabes na vida, não te precipites a ensinar como quem tiraniza, menosprezando conquistas alheias. Examina as situações características de cada um e procura, primeiramente, entender o irmão de luta.

Saber não é tudo. É necessário fazer. E para bem fazer homem algum dispensará a calma e a serenidade, imprescindíveis ao êxito, nem desdenhará a cooperação, que é a companheira dileta do amor.

***

Comentário de Haroldo Dutra Dias:

Nessa lição o benfeitor Emmanuel retoma o mesmo versículo da II Carta de Pedro para enfatizar o equilíbrio que deve existir entre o conhecimento e a temperança.

A temperança constitui uma das quatro virtudes cardeais, ao lado da prudência, da fortaleza e da justiça.

A temperança representa o autocontrole, o autodomínio, a renúncia e a moderação. Implica domesticação dos instintos, sublimação das paixões, moderação dos impulsos e apetites, abrindo caminhos para a sobriedade e o desapego. Nesse sentido, ela favorece o cumprimento dos deveres e o amadurecimento espiritual.

Emmanuel salienta que “toda grandeza de inteligência exige moderação e equilíbrio para não desbordar-se em devassidão e loucura”. E acrescenta ” Quase todos os desequilíbrios do mundo se originam da intemperança naqueles que aprenderam alguma coisa”.

Não vale saber para destruir. Quem sabe precisa ser sóbrio.

Quem sabe não deve se precipitar, ensinando como quem tiraniza, violentando consciências e menosprezando conquistas alheias.

Saber não é tudo, é necessário fazer. E ninguém realiza com precipitação já que a natureza e os seres se aperfeiçoam gradativamente, obedecendo a Leis inderrogáveis que abdicam da violência para se servirem do tempo. Sabe o amor esperar.


Livro Vinha de Luz, Cap. 112, intitulado: Ciência e Temperança 

Produção: SER

Direção: Julio Coradi

Projeto: 7 Minutos com Emmanuel – cap 070

Gravação e Comentário: Haroldo D. Dias

Música: Esta Canção – João Cabete

Interprete: João Paulo Lanini – Violão

Edição: Rodrigo Binhara

Design: Rodolfo Mello

Foto: Juju Panty

Você também pode se interessar por:

“Ao conhecimento o autodomínio, ao autodomínio a perseverança, à perseverança a piedade.”

II Pedro 1:6

Chamamento ao amor 

Aprender sempre, instruir-nos, abrilhantar o pensamento, burilar a palavra, analisar a verdade e procurá-la são atitudes de que, efetivamente, não podemos prescindir, se aspirarmos à obtenção do conhecimento elevado entretanto, milhões de talentosos obreiros da evolução terrestre, nos séculos que se foram, esposaram a cultura intelectual, em sentido único, e fomentaram opressões que culminaram em pavorosas guerras de extermínio.

Incapazes de controlar apetites e paixões, desvairaram-se na corrida ao poder, encharcando a terra com o sangue e o pranto de quantos lhes foram vítimas das ambições desregradas.

Toda grandeza de inteligência exige moderação e equilíbrio para não desbordar-se em devassidão e loucura.

Ainda assim, a temperança e a paciência, por si só, não chegam para enaltecer o lustre do cérebro.

A própria diplomacia, aliás sempre venerável, embora resida nos cimos da suavidade e da tolerância, pelos gestos de sobriedade e cortesia com que se manifesta, em muitos casos não é senão a arte de contemporizar com o rancor existente entre as nações, segurando, calma, o estopim do ódio e da belicosidade para a respectiva explosão, na época que julga oportuna a calamitosas conflagrações.

O apontamento do Evangelho, no entanto, é claro e preciso.

Não vale a ciência sem temperança e toda temperança pede paciência para ser proveitosa, mas para que esse trio de forças se levante no campo da alma, descerrando-lhe o suspirado acesso aos mundos superiores, é necessário que o amor esteja presente, a enobrecer-lhes o impulso, de vez que só o amor dispõe de luz bastante para clarear o presente a santificar o porvir.

***

Comentário de Haroldo Dutra Dias:

Aprender sempre, instruir-nos, abrilhantar o pensamento, burilar a palavra, buscar e analisar a verdade constituem deveres de todos que almejam o aperfeiçoamento da inteligência, umas das asas que nos conduzem a Deus.

Todavia, sem o autodomínio que se traduz em moderação e temperança o conhecimento pode ser escravo das ambições desregradas encharcando a terra com o sangue e o pranto.

A temperança, por sua vez, se aperfeiçoa com a paciência – persistência – perseverança, que é a capacidade de reconhecer o espírito de sequência da natureza, aguardando o momento oportuno de agir e silenciar, suportando com firmeza as adversidades.

No entanto, esse trio de forças – conhecimento – temperança – paciência – não se levanta no campo da alma sem a presença do amor, que é sempre compromisso com o bem comum.

Emmanuel faz um convite ao amor a partir da palavra “piedade”, instigando o leitor a meditações mais profundas com respeito ao texto bíblico sob análise.

No sentido teológico, piedade pode ser expressa pelo conceito de “viver como Deus quer que se viva” , “viver como se espera de alguém que acredita em Deus”, ou ” viver fazendo sempre o bem aos outros”.

O Benfeitor, todavia, com admirável poder de síntese, e sem menosprezar a ideias acima expostas, assevera que a piedade é sempre compreensão e concurso fraternal, que no fundo são expressões concretas do amor.


Comentário da Revista Reformador, outubro de 1962, p. 218, e do Livro Palavras de Vida Eterna, Cap. 121, intitulado: Chamamento ao Amor


 

Produção: SER

Direção: Julio Coradi

Projeto: 7 Minutos com Emmanuel – cap 069

Gravação e Comentário: Haroldo D. Dias

Música: Alma das Andorinhas – João Cabete

Interprete: João Paulo Lanini – Violão

Edição: Rodrigo Binhara

Design: Rodolfo Mello

Foto: Herick Dias Barros

Você também pode se interessar por:


“Por isso mesmo, aplicai toda a diligência em juntar à vossa fé a virtude, à virtude o conhecimento.”

II Pedro 1:5

Merecimento

Não há tanto mérito em que domines essa ou aquela ciência, e sim em que lhe utilizes os recursos, a fim de ajudar os companheiros da Humanidade a se desvencilharem da insipiência e da ignorância.

Não há tanto mérito em tua pureza de coração, mas sim no esforço que desenvolvas em benefício dos irmãos chafurdados no erro, de modo a soerguê-los para a restauração necessária.

Não há tanto mérito em tua fé ardente, e sim no trabalho a que te apliques com ela no apoio àqueles que ainda não lhe entesouraram a luz, para que não lhes falte à mesa o pão da esperança.

Não há tanto mérito na posse que detenhas, mas sim no emprego que lhe dês em socorro aos que te cercam ou no auxílio aos sofredores e menos felizes, dos quais te vês defrontado na experiência comum.

Não há tanto mérito em teu nome, por mais nobre seja ele, e sim no uso do prestígio que desfrutes, amparando a jornada de quantos te compartilhem o esforço do dia a dia.

Virtude sem proveito é brilhante no deserto.

Inteligência sem boas obras é tesouro enterrado.

Fita o sol acalentando a lama da Terra e compreenderás o ensino claro da natureza que nos determina, sabiamente, entender e servir, abençoar e auxiliar.

Em qualquer parte a vida te conhece pelo que és, mas apenas te valoriza pelo que fazes de ti.

***

Comentário de Haroldo Dutra Dias:

O benfeitor volta ao mesmo versículo do episódio anterior conferindo-lhe nova interpretação.

Se antes nos convidava ao estudo, com a finalidade de orientar, esclarecer e sublimar o pensamento, agora nos conclama à aquisição do mérito pessoal, que decorre invariavelmente da nossa ação persistente em favor do bem comum.

Ciência, pureza de coração, fé ardente, posses, títulos, virtude e inteligência são patrimônios valiosos que nos tornam conhecidos pela vida, todavia somente a canalização desses bens em favor daqueles que ainda não o possuem nos conferem a valorização almejada.

A árvore se realiza nos frutos que oferta. É pelos frutos oferecidos gratuitamente e indistintamente a todos que adquire valor no ambiente em que foi localizada pela Providência Divina.

Fé, virtude e conhecimento devem ser conjugados com diligência, se quisermos assimilar o ensino claro da natureza que nos determina, sabiamente, entender e servir, abençoar e auxiliar.


 

Comentário da Revista Reformador, janeiro de 1970, p. 2, e do Livro Bênção de Paz, Cap. 54, intitulado: Merecimento


 

 

Produção: SER

Direção: Julio Coradi

Projeto: 7 Minutos com Emmanuel – cap 068

Gravação e Comentário: Haroldo D. Dias

Música: Prece – João Cabete

Interprete: João Paulo Lanini – Violão

Edição: Rodrigo Binhara

Design: Rodolfo Mello

Foto: Thiago Franklim

 

Você também pode se interessar por: