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“E, no entanto, o arcanjo Miguel, quando disputava com o diabo, discutindo a respeito do corpo de Moisés, não se atreveu a pronunciar uma sentença injuriosa contra ele, mas limitou-se a dizer: “O Senhor te repreenda!””

(Judas 1:9)

Maldição 

Em todos os lugares destinados ao esforço da fé, existem pessoas interessadas em fermentar a maldição sobre aqueles que não afinem o entendimento pela craveira de sua compreensão.

Quantas horas gastas em perlengas que terminam pelo ódio destruidor?

Quantos recursos preciosos desbaratados pelo espírito de discussão azeda, cujo ponto final é o ataque condenatório?

O Evangelho, porém, nos ensina a não amaldiçoar nem mesmo os que se arvoram atrevidamente em adversários de Deus.

Muitos trabalhadores distribuem energias valiosas em atritos formidando, crentes de que atendem à Construção Divina.

Sem dúvida, a discussão esclarecedora é sempre fonte de luz, mas a polêmica vinagrosa é o processo de inutilização de gérmens promissores.

Essa perigosa atitude é filha de inadvertência ou incompreensão, porque o discípulo deveria saber que haverá sempre um recurso de servir amorosamente de sua parte e sempre um meio de iluminação por parte de Deus.

Às vezes, a objurgatória nada mais espera além da confusão e das sombras.

Dar silêncio com boas obras é programa excelente que raros aprendizes se recordam de executar.

As tentações são inúmeras.

Os inimigos do Bem rodeiam os continuadores fiéis de Jesus em todos os campos de serviço.

Ninguém fuja ao esclarecimento fraternal, à verdade generosa, mas, quando se trate de pronunciar palavras definitivas de rompimento ou condenação, recorda o ensinamento de Judas em sua epístola mundial:

– Quando discutia com o adversário da Luz de Deus, o Arcanjo Miguel não ousou proferir juízo de maldição e preferiu aguardar a Pronúncia Divina.

Observando isso, não podemos esquecer que ele era Arcanjo, e nós simples discípulos em aprendizado.

(Harmonização. Ed. GEEM. Cap. Maldição)

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Comentário de Haroldo Dutra Dias: 

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Ficha técnica

 

Produção: SER

Direção: Julio Coradi

Projeto: 7 Minutos com Emmanuel – cap 081

Gravação e Comentário: Haroldo D. Dias

Música: Castelos de Paz

Autoria: João Cabete

Interprete: João Paulo Lanini

 

Design: Rodolfo Mello

Foto: Rodolfo Mello

 

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“Amados, enquanto estava todo empenhado em escrever-vos a respeito da nossa salvação comum, tive de fazê-lo por uma razão especial, para exortar-vos a combaterdes pela fé, uma vez por todas confiada aos santos.”

(Judas 1:3)

Exortados a batalhar

O Cristianismo é campo imenso de vida espiritual, a que o trabalhador é chamado para a sublime renovação.

O sedento encontra nele as fontes da “água viva”, o faminto, os celeiros do “eterno pão”. Os cegos de entendimento nele recebem a visão do caminho; os leprosos da alma, o alívio e a cura.

Todos os viajores da vida, porém, são felicitados pelos recursos indispensáveis à jornada terrestre, com a finalidade de se erguerem, de fato, naquele que é a Luz dos Séculos. Desde então, restaurados em suas energias espirituais, são exortados a batalhar na grande causa do bem.

Ninguém se engane, pois, na oficina generosa e ativa da fé.

No serviço cristão, lembre-se cada aprendiz de que não foi chamado a repousar, mas à peleja árdua, em que a demonstração do esforço individual é imperativo divino.

Jesus iniciou, no círculo das inteligências encarnadas, o maior movimento de libertação do espírito humano, no primeiro dia da Manjedoura.

Não se equivoquem, pois, os que buscam o Mestre dos mestres…

Receberão, certamente, a esperada iluminação, o consolo edificante e o ensinamento eficaz, mas penetrarão a linha de batalha, em que lhes constitui obrigação o combate permanente pela vitória do amor e da verdade, na Terra, por meio de ásperos testemunhos, porque todos nós, encarnados e desencarnados, oscilantes ainda entre a animalidade e a espiritualidade, entre o vale do homem e a culminância do Cristo, estamos constrangidos a batalhar até o definitivo triunfo sobre nós mesmos pela posse da Vida imortal.

(Vinha de luz. Ed. FEB. Cap. 49)

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Comentário de Haroldo Dutra Dias: 

A Carta de Judas Tadeu, irmão de Levi (Mateus) e Tiago Menor, filhos de Alfeu e Cleofas, parenta de Maria de Nazaré, constitui uma enérgica exortação contra as seduções dos pseudo-sábios, ímpios e licenciosos, denominados pelo apóstolo como “psíquicos que não possuem o Espírito”, revelando a falácia da falsa espiritualidade que apregoam.

Emmanuel afirma que “Jesus iniciou, no círculo das inteligências encarnadas, o maior movimento de libertação do espírito humano, no primeiro dia da manjedoura”

Chamados à renovação pessoal no imenso campo de vida espiritual proposto pelo Evangelho, todos recebemos os recursos indispensáveis ao

soerguimento, alívio e cura para nossas almas, mas tudo com a finalidade de demonstrar o esforço individual que revele o aproveitamento das dádivas.

Assim, após a iluminação, o consolo edificante e o ensinamento eficaz surge a ocasião dos ásperos testemunhos nos quais o discípulo ingressará nas linhas de batalha que constituem o combate permanente pela vitória do amor e da verdade na Terra.

Não se trata de peleja contra os semelhantes, mas de triunfo sobre nós mesmos, já que ainda oscilamos entre a animalidade e a espiritualidade.

Entre o vale do homem e a culminância do Cristo, desdobra-se imenso campo de luta interior pela posse do autodomínio e da Vida Imortal.

 

Ficha técnica

Produção: SER

Direção: Julio Coradi

Projeto: 7 Minutos com Emmanuel – cap 080

Gravação e Comentário: Haroldo D. Dias

Música: Ao Cair da Tarde

Autoria: João Cabete

Interprete: João Paulo Lanini

Edição: Rodrigo Binhara

Design: Rodolfo Mello

Foto: Helder Canto Resende

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“Caríssimo, não imiteis o mal, mas o bem. O que faz o bem é de Deus. Quem faz o mal não viu a Deus”

(III João 1:11)

Pecado e Pecador

A sociedade humana não deveria operar a divisão de si própria, como um campo em que se separam bons e maus, mas sim viver qual grande família em que se integram os espíritos que começam a compreender o Pai e os que ainda não conseguiram pressenti-lo.

Claro que as palavras “maldade” e “perversidade” ainda comparecerão, por vastíssimos anos, no dicionário terrestre, definindo certas atitudes mentais inferiores; todavia, é forçoso convir que a questão do mal vai obtendo novas interpretações na inteligência humana.

O evangelista apresenta conceito justo. João não nos diz que o perverso está exilado de nosso Pai, nem que se conserva ausente da Criação. Apenas afirma que “não tem visto a Deus”.

Isso não significa que devamos cruzar os braços ante as ervas venenosas e zonas pestilenciais do caminho; todavia, obriga-nos a recordar que um lavrador não retira espinheiros e detritos do solo, a fim de convertê-lo em precipícios.

Muita gente acredita que o “homem caído” é alguém que deve ser aniquilado. Jesus, no entanto, não adotou essa diretriz. Dirigindo-se, amorosamente, ao pecador, sabia-se, antes de tudo, defrontado por enfermo infeliz, a quem não se poderia subtrair as características de eternidade.

Lute-se contra o crime, mas ampare-se a criatura que se lhe enredou nas malhas tenebrosas.

O Mestre indicou o combate constante contra o mal; contudo, aguarda a fraternidade legítima entre os homens por marco sublime do Reino celeste.

(Pão nosso. Ed. FEB. Cap. 122)

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Comentário de Haroldo Dutra Dias: 

Nesta epístola de João, dirigida ao dedicado discípulo Gaio, o Apóstolo aborda o delicado tema referente à conduta de Diótrefes que ambicionava o “primeiro lugar”; na comunidade cristã, oferecendo resistência aos conselhos de João Evangelista.

Na questão 244 de O Livro dos Espíritos, foi ensinado a Allan Kardec que somente os Espíritos superiores vêem e compreendem a Deus, os inferiores o sentem e adivinham.

Nesse sentido, destaca-se a observação de João Evangelista quando afirma “quem faz o mal não viu a Deus”. E ganha relevo o conselho do benfeitor Emmanuel “A sociedade humana não deveria operar a divisão de si própria (…)

mas sim viver qual grande família em que se integram os espíritos que começam

a compreender o Pai e os que ainda não conseguiram pressenti-lo”.

Nesse quadro, na ótica do Cristo, o pecador é enfermo infeliz, a quem não se pode subtrair as características de eternidade. Por esta razão, luta-se contra o crime, mas amparando a criatura que se prendeu em suas malhas tenebrosas.

O cristão verdadeiro está em permanente combate contra o mal, todavia espera, anseia e promove a fraternidade legítima entre os homens, por reconhecer que ela representa marco sublime do Reino de Deus.

 

Ficha técnica

Produção: SER

Direção: Julio Coradi

Projeto: 7 Minutos com Emmanuel – cap 079

Gravação e Comentário: Haroldo D. Dias

Música: Alma das andorinhas

Autoria: João Cabete

Interprete: João Paulo Lanini

Edição: Rodrigo Binhara

Design: Rodolfo Mello

Foto: Juju Panty

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“Se alguém vem a vós sem ser portador desta doutrina, não o recebais emvossa casa, nem o saudeis.”

(II João 1:10)

Examinai

É razoável que ninguém impeça o próximo de falar o que melhor lhe pareça; é justo, porém, que o ouvinte apenas retenha o que reconheça útil e melhor. Em todos os setores da atividade terrestre e no curso de todas as tarefas diárias, aproximam-se irmãos que vêm ter convosco, trazendo as suas mensagens pessoais.

Esse é portador de convite à insubmissão, aquele outro é um vaso de queixas enfermiças.

Indispensável é que a casa terrestre não se abra aos fantasmas.

Batem à porta?

A prudência aconselha vigilância.

O coração é um recinto sagrado, onde não se deve amontoar resíduos inúteis.

É imprescindível examinar as solicitações que avançam.

Se o mensageiro não traz as características de Jesus, convém negar-lhe guarida, de caráter absoluto, na casa íntima, proporcionando-lhe, porém, algo das preciosas bênçãos que conseguimos recolher, em nosso benefício, no setor das utilidades essenciais.

Inúmeros curiosos que se aproximam dos discípulos sinceros nada possuem, além da presunção de bons faladores. São, quase sempre, grandes necessitados sob a veste falaciosa da teoria. Sem feri-los, nem escandalizá-los, é justo que o devotado aprendiz de Jesus lhes prodigalize algum motivo de reflexão séria. Desse modo, os que julgam conduzir um estandarte de suposta redenção passam a conduzir consigo a mensagem do bem, verdadeiramente salvadora.

O problema não é o de nos informarmos se alguém está falando em nome do Senhor; antes de tudo, importa saber se o portador possui algo do Cristo para dar.

(Vinha de luz. Ed. FEB. Cap. 83)

 

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Comentário de Haroldo Dutra Dias: 

Nesta breve epístola de João, destacam-se os temas da Verdade e do Amor, efetivamente incorporados na conduta do discípulo sincero, razão pela qual justifica-se a advertência quanto a manter-se vigilante em relação aos portadores de ilusões e ensinos contrários ao Evangelho.

Nesse sentido, “receber em casa” e “saudar”; constituem expressões idiomáticas da época que significam pleno acolhimento por parte do anfitrião.

Extraindo o espírito da letra, a fim de que a lição possa ser aplicada ao nosso contexto, nos adverte Emmanuel de que em todos os setores da atividade terrestre, no curso de todas as atividades diárias, aproximam-se irmãos buscando hospedagem em nosso íntimo, portadores de mensagens pessoais, nem sempre condizentes com o ensino e exemplificação do Cristo.

O coração é recinto sagrado, onde não se deve amontoar resíduos inúteis

Dar guarida em nosso íntimo, em nosso santuário interior, requer o exercício do verbo "examinar". É imprescindível examinar as solicitações que nos chegam.

Naturalmente, sempre poderemos ceder, ao que batem á nossa porta, algo das preciosas bênçãos que já conseguimos recolher, mas sem perder de vista que as credenciais do Mestre sempre se expressam na conduta e na vida dos seus verdadeiros mensageiros.

Ficha técnica

Produção: SER

Direção: Julio Coradi

Projeto: 7 Minutos com Emmanuel – cap 078

Gravação e Comentário: Haroldo D. Dias

Música:

Autoria: João Cabete

Interprete: João Paulo Lanini

Edição: Rodrigo Binhara

Design: Rodolfo Mello

Foto: Thiago Monteiro

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“Acautelai-vos, para não perderdes o fruto de nossos trabalhos, mas, ao contrário, receber pela recompensa”

(II João 1:8)

Aflição

Cada criatura retorna à Terra com a aflição que lhe diz respeito às lides regeneradoras.

Aflição que nos expressa o passado renascente ou nos define o débito atuante na Contabilidade divina.

Aqui, é a enfermidade, que o tempo trará inevitável, quando precisa, ao campo de nossos impulsos inferiores.

Ali, é a condição social, repleta de espinhos, em que se nos reajustarão as diretrizes e os pensamentos.

Acolá, é o templo doméstico, transformado em cadinho de angustiosos padecimentos, caldeando-nos emoções e ideias, para que a simplicidade nos retome a existência.

Além, é a tarefa representativa em que o estandarte do bem comum exige de nós os mais largos testemunhos de compreensão e renúncia, reclamando-nos integral ajustamento à felicidade dos outros, antes de cogitar de nossa

própria felicidade.

Em toda parte, encontra a criatura a aflição quando vista por ensinamento bendito, propondo-lhe as mais belas conquistas espirituais para a Esfera superior.

Entretanto, se o caminho terreno é a nossa prova salvadora, somos em nós o grande problema da vida, uma vez que estamos sempre interessados na deserção do trabalho difícil que nos conferirá o tesouro da experiência.

Trânsfugas do dever, nas menores modalidades, achamo-nos sempre à caça de consolação e reconforto, disputando escusas e moratórias, com o que apenas adiamos indefinidamente a execução dos serviços indispensáveis à restauração de nós mesmos.

Saibamos valorizar a nossa oportunidade de crescimento para o Mundo maior, abraçando na aflição construtiva da jornada o medicamento capaz de operar-nos a própria cura ou o recurso suscetível de arrojar-nos os mais altos níveis de evolução.

Não bastará sofrer.

É preciso aproveitar o concurso da dor, convertendo-a em roteiro de luz.

Colocados, desse modo, entre as provações que nos assinalam a senda de cada dia, usemos constantemente a chave do sacrifício próprio, em favor da paz e da alegria dos que nos cercam, porque somente diminuindo as provações alheias é que conseguiremos converter as nossas em talentos de amor para as bem-aventuranças imperecíveis.

(Ceifa de luz. Ed. FEB. Cap. 31)

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Comentário de Haroldo Dutra Dias: 

Retomando o tema da perseverança e do zelo próprio, presente na carta do apóstolo João, Emmanuel examina as aflições presentes em nosso caminho sob novo prisma.

Vendo nela o ensinamento bendito com vistas à aquisição das mais belas conquistas espirituais para a Esfera superior, ressalta que o tesouro da experiência somente é conferido aos que não desertaram do trabalho difícil.

Abraçar a aflição construtiva, permitindo que ela opera em nós a almejada cura ou aperfeiçoamento, exige que se aproveite o concurso da dor, convertendo-a em roteiro de luz.

Ciente da nossa falta de perseverança, nos adverte o benfeitor dos riscos da fuga ao dever, e da inconveniência de se disputar escusas e moratórias, à caça de consolação e conforto, adiando indefinidamente a execução dos serviços indispensáveis à nossa própria restauração.

Diminuir as provações alheias, à custa do sacrifício próprio, é o caminho para convertermos nossas aflições em talentos de amor.

Ficha técnica

Produção: SER

Direção: Julio Coradi

Projeto: 7 Minutos com Emmanuel – cap 077

Gravação e Comentário: Haroldo D. Dias

Música: Fim dos Tempos

Autoria: João Cabete

Interprete: João Paulo Lanini

Edição: Rodrigo Binhara

Design: Rodolfo Mello

Foto:  Rodolfo Mello 

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“Acautelai-vos, para não perderdes o fruto de nossos trabalhos, mas, ao contrário, receber pela recompensa”

(II João 1:8)

Zelo próprio

A natureza física, não obstante a deficiência de suas expressões em face da grandeza espiritual da vida, fornece vasto repositório de lições alusivas ao zelo próprio.

A fim de que o Espírito receba o sagrado ensejo de aprender na Terra, receberá um corpo equivalente a verdadeiro santuário. Os órgãos e os sentidos são as suas potências; mas semelhante tabernáculo não se ergueria sem as dedicações maternas e, quando a criatura toma conta de si, gastará grande percentagem de tempo na limpeza, conservação e defesa do templo de carne em que se manifesta. Precisará cuidar da epiderme, da boca, dos olhos, das mãos, dos ouvidos.

Que acontecerá se algum departamento do corpo for esquecido?

Excrescências e sujidades trarão veneno à vida.

Se o quadro fisiológico, passageiro e mortal, exige tudo isso, que não requer de nossa dedicação o Espírito com os seus valores eternos?

Se já recebeste alguma luz, desvela-te em não perdê-la.

Intensifica-a em ti.

Lava os teus pensamentos em esforço diário, nas fontes do Cristo; corrige os teus sentimentos, renova as aspirações, colocando-as na direção de mais Alto.

Não te cristalizes.

Movimenta-te no trabalho do zelo próprio, pois há “micróbios intangíveis” que podem atacar a alma e paralisá-la durante séculos.

(Caminho, verdade e vida. Ed. FEB. Cap. 120)

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Comentário de Haroldo Dutra Dias: 

O que não requer de nossa dedicação o Espírito com seus valores eternos? Com essa indagação, Emmanuel nos desperta para a necessidade do zelo próprio.

Ninguém pode assistir a outrem, com eficiência, se não procurou a edificação de si mesmo, mas para aqueles que já receberam alguma luz, é preciso desvelo e vigilância para não perdê-la, nos recorda o benfeitor.

Purificar os pensamentos, corrigir os sentimentos, renovar as aspirações, evitar a cristalização, intensificar a própria luz, colocar-se em direção ao mais alto, constituem as medidas de higiene e zelo exigidas pela evolução para conservação e ampliação de nosso patrimônio espiritual.

Se o corpo físico, passageiro e mortal, exige tamanha dedicação para sua conservação, podemos imaginar as demandas de nosso espírito imortal.

Cautela e zelo, dedicação e perseverança constituem o roteiro daqueles que pretendem não somente participar da oportunidade bendita da sementeira, mas principalmente da dádiva da colheita.

 

Ficha técnica

Produção: SER

Direção: Julio Coradi

Projeto: 7 Minutos com Emmanuel – cap 076

Gravação e Comentário: Haroldo D. Dias

Música: Esta Canção

Interprete: João Cabete

Edição: Rodrigo Binhara

Design: Rodolfo Mello

Foto: Eleonora

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