7 Min com Emmanuel: #080 – Exortados a batalhar

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email

“Amados, enquanto estava todo empenhado em escrever-vos a respeito da nossa salvação comum, tive de fazê-lo por uma razão especial, para exortar-vos a combaterdes pela fé, uma vez por todas confiada aos santos.”

(Judas 1:3)

Exortados a batalhar

O Cristianismo é campo imenso de vida espiritual, a que o trabalhador é chamado para a sublime renovação.

O sedento encontra nele as fontes da “água viva”, o faminto, os celeiros do “eterno pão”. Os cegos de entendimento nele recebem a visão do caminho; os leprosos da alma, o alívio e a cura.

Todos os viajores da vida, porém, são felicitados pelos recursos indispensáveis à jornada terrestre, com a finalidade de se erguerem, de fato, naquele que é a Luz dos Séculos. Desde então, restaurados em suas energias espirituais, são exortados a batalhar na grande causa do bem.

Ninguém se engane, pois, na oficina generosa e ativa da fé.

No serviço cristão, lembre-se cada aprendiz de que não foi chamado a repousar, mas à peleja árdua, em que a demonstração do esforço individual é imperativo divino.

Jesus iniciou, no círculo das inteligências encarnadas, o maior movimento de libertação do espírito humano, no primeiro dia da Manjedoura.

Não se equivoquem, pois, os que buscam o Mestre dos mestres…

Receberão, certamente, a esperada iluminação, o consolo edificante e o ensinamento eficaz, mas penetrarão a linha de batalha, em que lhes constitui obrigação o combate permanente pela vitória do amor e da verdade, na Terra, por meio de ásperos testemunhos, porque todos nós, encarnados e desencarnados, oscilantes ainda entre a animalidade e a espiritualidade, entre o vale do homem e a culminância do Cristo, estamos constrangidos a batalhar até o definitivo triunfo sobre nós mesmos pela posse da Vida imortal.

(Vinha de luz. Ed. FEB. Cap. 49)

***

Comentário de Haroldo Dutra Dias: 

A Carta de Judas Tadeu, irmão de Levi (Mateus) e Tiago Menor, filhos de Alfeu e Cleofas, parenta de Maria de Nazaré, constitui uma enérgica exortação contra as seduções dos pseudo-sábios, ímpios e licenciosos, denominados pelo apóstolo como “psíquicos que não possuem o Espírito“, revelando a falácia da falsa espiritualidade que apregoam.

Emmanuel afirma que “Jesus iniciou, no círculo das inteligências encarnadas, o maior movimento de libertação do espírito humano, no primeiro dia da manjedoura”

Chamados à renovação pessoal no imenso campo de vida espiritual proposto pelo Evangelho, todos recebemos os recursos indispensáveis ao

soerguimento, alívio e cura para nossas almas, mas tudo com a finalidade de demonstrar o esforço individual que revele o aproveitamento das dádivas.

Assim, após a iluminação, o consolo edificante e o ensinamento eficaz surge a ocasião dos ásperos testemunhos nos quais o discípulo ingressará nas linhas de batalha que constituem o combate permanente pela vitória do amor e da verdade na Terra.

Não se trata de peleja contra os semelhantes, mas de triunfo sobre nós mesmos, já que ainda oscilamos entre a animalidade e a espiritualidade.

Entre o vale do homem e a culminância do Cristo, desdobra-se imenso campo de luta interior pela posse do autodomínio e da Vida Imortal.

Ficha técnica

Produção: SER

Direção: Julio Coradi

Projeto: 7 Minutos com Emmanuel – cap 080

Gravação e Comentário: Haroldo D. Dias

Música: Ao Cair da Tarde

Autoria: João Cabete

Interprete: João Paulo Lanini

Edição: Rodrigo Binhara

Design: Rodolfo Mello

Foto: Helder Canto Resende

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email

Respostas

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *