Sobre Mateus 24:2 Autor 1. A Promessa de Jesus

  • Sobre Mateus 24:2 Autor 1. A Promessa de Jesus

     Zuila de Miranda atualizado 7 meses, 2 semanas atrás 7 Membros · 38 Publicações
  • Zuila de Miranda

    Membro
    25 de outubro de 2021 em 15:40

    Sobre a alegria e união de nosso grupo Mateus24.

    Estudando e refletindo, brincando e sorrindo com alma e coração de criança feliz, vamos assim, facilitando, a condução dos amigos espirituais por caminhos que, talvez, não queiramos ir.

    A Promessa de Jesus: “Não ficará pedra sobre pedra”

  • marcoacb74

    Membro
    26 de outubro de 2021 em 04:52

    “Aquele que aprisiono com o meu nome se encontra em prantos nesta masmorra. Estou sempre ocupado a erguer este muro à sua volta; e, à medida que o muro cresce rumo ao céu, vou lentamente perdendo de vista o meu ser verdadeiro sob as sombras escuras da grande masmorra. Eu tenho orgulho deste grande muro, e o revisto com terra e areia, para que não se veja uma única rachadura em meu nome; e, com tamanho cuidado na construção deste muro, vou lentamente perdendo de vista o meu ser verdadeiro.
    <div>(Gitanjali: Oferenda Lírica, Rabindranath Tagore, verso 29)</div>

    Esta passagem me fez recordar o parágrafo 4 onde o autor 1 fala da importância em derribarmos paredes que já não nós servem mais

  • marcoacb74

    Membro
    29 de outubro de 2021 em 03:10

    Gostaria de compartilhar uma reflexão/dúvida:
    <div>Esta fase (experiência) parece marcar a transição de uma fase de contato com valores externos onde a relação sujeito-objeto se dá do aprendiz com o mundo (conhecimento, entusiasmo, combatividade e oratória iluminada) para uma fase de contato com seu eu profundo. Nessa fase de experiência, as dificuldades que passam a advir com os valores que ele adquiriu até então, passam a marcá-lo por incertezas, pois vemos expressões como “valores acendidos até aqui parece oscilar”, “instabilidade de sentimento”, “receio do porvir”, “desconfia da própria capacidade”. A ideia dessa transição que passa a ocorrer com esse valor (experiência) parece ser corroborada por trechos do valor seguinte (testemunhos) em passagens do texto PHD: “muito mais difícil que a conquista do mundo era o domínio de si mesmo”; “entregara-se também a forças inferiores”; “cedera, bastas vezes, às sugestões menos dignas que combatia”; “se era fácil ensinar o bem aos outros, era sempre difícil e doloroso edifica-lo no próprio íntimo” e outras. </div><div>Se essa reflexão estiver correta, poderíamos dizer que nas fases anteriores de aquisição de valores por parte do aprendiz (conhecimento,entusiasmo, combatividade e oratória iluminada), tais valores foram adquiridos e refletidos para os que estavam à sua volta e não introjetados em seu eu profundo?</div>

  • marcoacb74

    Membro
    29 de outubro de 2021 em 20:55

    Gostaria de compartilhar uma reflexão/dúvida:

    Esta fase (experiência) parece marcar a transição de uma fase de contato com valores externos onde a relação sujeito-objeto se dá do aprendiz com o mundo (conhecimento, entusiasmo, combatividade e oratória iluminada) para uma fase de contato com seu eu profundo. Nessa fase de experiência, as dificuldades que passam a advir com os valores que ele adquiriu até então, passam a marcá-lo por incertezas, pois vemos expressões como “valores acendidos até aqui parece oscilar”, “instabilidade de sentimento”, “receio do porvir”, “desconfia da própria capacidade”. A ideia dessa transição que passa a ocorrer com esse valor (experiência) parece ser corroborada por trechos do valor seguinte (testemunhos) em passagens do texto PHD: “muito mais difícil que a conquista do mundo era o domínio de si mesmo”; “entregara-se também a forças inferiores”; “cedera, bastas vezes, às sugestões menos dignas que combatia”; “se era fácil ensinar o bem aos outros, era sempre difícil e doloroso edifica-lo no próprio íntimo” e outras.

    Se essa reflexão estiver correta, poderíamos dizer que nas fases anteriores de aquisição de valores por parte do aprendiz (conhecimento,entusiasmo, combatividade e oratória iluminada), tais valores foram adquiridos e refletidos para os que estavam à sua volta e não introjetados em seu eu profundo?

  • sandramorini

    Membro
    1 de novembro de 2021 em 17:29

    Amigos, esse texto vai de encontro com o que senti em nosso último encontro. 31/10/2021.

  • Zuila de Miranda

    Membro
    13 de novembro de 2021 em 15:17

    A Árvore da Vida – vídeos para nosso estudo

    1º vídeo: https://youtu.be/dFttoy8HXqU?t=16

    2º vídeo: https://youtu.be/ipAvcuS9w0Q?t=1746. Nas reflexões que o grupo Mateus24 vem trazendo para a subida à discípulo do Cristo, encontramos considerações convidando-nos ao estudo da árvore da vida. Sem esgotar um assunto inesgotável, encontramos dois vídeos com explicações que facilitam nosso entendimento e estudo. Há uma similaridade que reúne, em várias faces, a Lei de Deus com linguagens distintas. Creio estarmos caminhando para um tempo de integração dos conhecimentos divinos, de todos para todos.

  • Zuila de Miranda

    Membro
    13 de novembro de 2021 em 16:05

    O Prisma da vida espiritual! (ESE, Cap. V, Item 13, texto na sequencia). Somos luz!

    Se olho a vida pelo prisma da vida espiritual, lado direito, vejo minha essência a expandir-se em vibração ao infinito, modifico o meu sentir e sei como é curta e rápida minha existência. Ganho a vida corpórea, diminuo a importância das coisas deste mundo […] “e longe de se queixar, agradece ao Céu as dores que o fazem avançar.”

    O homem pode suavizar ou aumentar o amargor de suas provas, conforme o modo porque encare a vida terrena. Tanto mais sofre ele, quanto mais longa se lhe afigura a duração do sofrimento. Ora, aquele que a encara pelo <i style=””>prisma da vida espiritual apanha, num golpe de vista, a vida corpórea. Ele a vê como um ponto no infinito, compreende-lhe a curteza e reconhece que esse penoso momento terá presto passado. A certeza de um próximo futuro mais ditoso o sustenta e anima e, longe de se queixar, agradece ao Céu as dores que o fazem avançar. Contrariamente, para aquele que apenas vê a vida corpórea, interminável lhe parece esta, e a dor o oprime com todo o seu peso. Daquela maneira de considerar a vida, resulta ser diminuída a importância das coisas deste mundo, e sentir-se compelido o homem a moderar seus desejos, a contentar-se com a sua posição, sem invejar a dos outros, a receber atenuada a impressão dos reveses e das decepções que experimente. Daí tira ele uma calma e uma resignação tão úteis à saúde do corpo quanto à da alma, ao passo que, com a inveja, o ciúme e a ambição, voluntariamente se condena à tortura e aumenta as misérias e as angústias da sua curta existência.

  • Zuila de Miranda

    Membro
    13 de novembro de 2021 em 17:22

    …compete a nós outros, partidários do Mestre, a posição de trabalhadores sinceros, chamados a servir e cooperar na obra paciente e longa, mas definitiva e eterna,…

    • O herdeiro do Pai. (Fonte Viva. Lição 148. Emmanuel, F. C. Xavier).

    “A quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo. ” Paulo (Hebreus <m>1:<m>2</m></m>).

    Cede aos poderes humanos respeitáveis o que lhes cabe por direito lógico da vida, mas não te esqueças de dar ao Senhor o que lhe pertence. (Mt <m>22:<m>21</m></m>)

    Esta fórmula conciliadora do Evangelho permanece, ainda, palpitante de interesse para o bem-estar do mundo.

    Não convém concentrar em organizações mutáveis do Plano carnal todas as nossas esperanças e aspirações.

    O homem interior renova-se diariamente. Por isso, a ciência que lhe atende as reclamações, nos minutos que passam, não é a mesma que o servia, nas horas que se foram, e a do futuro será muito diversa daquela que o auxilia no presente. A política do pretérito deu lugar à política das lutas modernas. Ao triunfo sanguinolento dos mais fortes ao tempo da selvageria sem peias, seguiu-se a autocracia militarista. A força cedeu à autoridade, a autoridade ao direito. No setor das atividades religiosas, o esforço evolutivo não tem sido menor.

    Em vista de semelhantes realidades, por que te apaixonas, com tanta veemência, por criaturas falíveis e programas transitórios?

    Os homens de hoje, por mais veneráveis, são herdeiros dos homens de ontem, empenhados na luta gigantesca pela redenção de si mesmos. Poderão prometer maravilhosos reinados de abastança e paz, liberdade e harmonia, entretanto, não fugirão ao serviço de corrigenda dos erros que herdaram, não só daqueles que os antecederam, no campo dos compromissos coletivos, mas igualmente de suas próprias experiências passadas, em tenebrosos desvios do sentimento.

    A civilização de agora é sucessora das civilizações que faliram.

    As nações que se restauram aproveitam as nações que se desfizeram.

    As organizações que surgem na atualidade guardam a herança das que desapareceram na voragem da discórdia e da tirania.

    Examinando a fisionomia indisfarçável da verdade, como hipertrofiar o sentimento, definindo-te, em absoluto, por instituições terrestres que carecem, acima de tudo, de teu próprio auxílio espiritual?

    Como pode a casa sem teto abrigar-te da intempérie? A planta do arranha-céu, inteligentemente traçada no pergaminho, ainda não é a construção mantenedora da legítima segurança.

    Não existem, pois, razões que justifiquem os tormentos dos aprendizes do Cristo, angustiados pelas inquietudes políticas da hora que passa; semelhante estado d’alma é simples produto de inadvertência perigosa, porque todos devemos saber que os homens falíveis não podem erguer obras infalíveis e que compete a nós outros, partidários do Mestre, a posição de trabalhadores sinceros, chamados a servir e cooperar na obra paciente e longa, mas definitiva e eterna, daquele a quem o Pai “constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo”.

  • Zuila de Miranda

    Membro
    13 de novembro de 2021 em 18:24

    […] “compete a nós outros, partidários do Mestre, a posição de trabalhadores sinceros, chamados a servir e cooperar na obra paciente e longa, mas definitiva e eterna,”[…](O herdeiro do Pai. Fonte Viva. Lição 148. Emmanuel, F. C. Xavier).

    “Meditai, caros filhos, sobre quais as luzes que em vós clamam libertação – como nesta singela reflexão que estamos vos apresentando – para ser possível compreender as ações que devemos empreender.” (Autor 1. A Promessa de Jesus).

  • Zuila de Miranda

    Membro
    13 de novembro de 2021 em 20:36

    Publicação wapp Leandro – De variadas formas, todos somos educadores, Sérgio.

    Aprendizes e educadores. Todos somos ! 🙏

    Leandro – E relembrando o que nos trouxe o autor espiritual, deixo aqui a sua mensagem que faz de todos nós, educadores de tudo quanto temos visto e ouvido.

    • Os processos da educação através da convivência é um treinamento amoroso para grandes conquistas de co-criação.
    • Através dessa ligação mística entre as partes envolvidas no processo educacional movimentamos a força do determinismo divino.
    • Estamos aptos à comunhão com poderes divinos.
    • Aptos a modificar nossas estruturas pela força dessa comunhão.
    • A educação é o extravasamento dos poderes espirituais pelas sutilezas dos sentidos e da comunicação em sua mais bela face.
    • Todos os envolvidos estão em ligações muito estreitas uns com os outros e com as forças da harmonia universal.
    • Portanto, Educadores, tendes mandato divino, tendes a atenção do próprio Cristo, e de todos os seus prepostos em favor de tua tarefa, que é a verdadeira tarefa da redenção espiritual.
    • Regozijai-vos, tendes o Cristo por companhia, tendes os anjos por consultores, e todos aqueles que vivem a lei por auxiliares.
    • Vossa tarefa árdua recebe de Deus investimento generoso, esplendoroso.
    • Portanto, trabalhai conhecendo vosso salário perante a eternidade.

    Professor educador (Autor Espiritual)

  • Zuila de Miranda

    Membro
    13 de novembro de 2021 em 21:04

    Publicação wapp de João Gualberto.

    Com amor.(Vinha de luz. Cap. 5. Emmanuel. F. C. Xavier)

    “E, sobre tudo isto, revesti-vos de caridade, que é o vínculo da perfeição.” — PAULO (Colossenses, 3.14)

    Todo discípulo do Evangelho precisará coragem para atacar os serviços da redenção de si mesmo.

    Nenhum dispensará as armaduras da fé, ( † ) a fim de marchar com desassombro sob tempestades.

    O caminho de resgate e elevação permanece cheio de espinhos.

    O trabalho constituir-se-á de lutas, de sofrimentos, de sacrifícios, de suor, de testemunhos. Toda a preparação é necessária, no capítulo da resistência; entretanto, sobre tudo isto é indispensável revestir-se nossa alma de caridade, que é amor sublime.

    A nobreza de caráter, a confiança, a benevolência, a fé, a ciência, a penetração, os dons e as possibilidades são fios preciosos, mas o amor é o tear divino que os entrelaçará, tecendo a túnica da perfeição espiritual.

    A disciplina e a educação, a escola e a cultura, o esforço e a obra, são flores e frutos na árvore da vida, todavia, o amor é a raiz eterna.

    Mas, como amaremos no serviço diário?

    Renovemo-nos no espírito do Senhor e compreendamos os nossos semelhantes.

    Auxiliemos em silêncio, entendendo a situação de cada um, temperando a bondade com a energia, e a fraternidade com a justiça.

    Ouçamos a sugestão do amor, a cada passo, na senda evolutiva. Quem ama, compreende; e quem compreende, trabalha pelo mundo melhor.

  • Zuila de Miranda

    Membro
    13 de novembro de 2021 em 21:10

    Publicação wapp Danielle

    Não desfalecer. (Alvorada do Reino. Emmanuel. F. C. Xavier)

    … “Orar sempre e nunca desfalecer.” – Lucas, 18:1.

    Não permitas que o serviço do próprio corpo te inabilite para a solução dos problemas externos, inclusive os da tua própria iluminação espiritual.

    Enquanto te encontras no plano de exercício, qual a Crosta da Terra, sempre serás defrontado pela dificuldade e pela dor.

    A lição dada é caminho para novas lições.

    Atrás do enigma resolvido, outros enigmas aparecem.

    Outra não pode ser a função da escola, senão ensinar, exercitar e aperfeiçoar.

    Enche-te, pois, de calma e bom ânimo, em todas as situações.

    Foste colocado entre obstáculos mil de natureza estranha para que, vencendo inibições fora de ti, aprendas a superar as próprias limitações.

    Enquanto a comunidade terrestre não se adaptar à nova luz, respirarás cercado de lágrimas inquietantes, de gestos impensados e de sentimentos escuros.

    Dispõe-te a desculpar e auxiliar sempre, a fim de que não percas a gloriosa oportunidade de crescimento espiritual.

    Lembra-te de todas as aflições que rodearam o espírito cristão, no mundo, desde a vinda do Senhor.

    Onde está o Sinédrio que condenou o Amigo Celeste à morte?

    Onde os romanos vaidosos e dominadores?

    Onde os verdugos da Boa Nova nascente?

    Onde os guerreiros que desabotoaram, em torno do Evangelho, rios escuros

    de sangue e suor?

    Onde os príncipes astutos que combateram e negociaram em nome do Renovador Crucificado?

    Onde as trevas da Idade Média?

    Onde os políticos e inquisidores de todos os matizes que feriram, em nome do Excelso Benfeitor?

    Arrojados pelo tempo aos despenhadeiros de cinza, fortaleceram e consolidaram o pedestal de luz, em que a figura do Cristo resplandece, cada vez mais gloriosa, no governo dos séculos.

    Centraliza-te no esforço de auxiliar no bem comum, seguindo com a tua cruz, ao encontro da ressurreição divina.

    Nas surpresas constrangedoras da marcha, recorda que antes de tudo, importa orar sempre, trabalhando, servindo, aprendendo, amando e nunca desfalecer.

    Ao longo de teus passos, aparece no mundo a sementeira do bem, que te pede renúncia e boa vontade, sacrifício e compreensão.

    O mensageiro do Cristo é o braço do Evangelho.

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